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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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A loja da esquina e o centro comercial. Diferenças

1 de Julho de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Hoje em dia o comércio feito em grandes centros comerciais passou a ser prática comum. Deixou de ser usual comprar o jornal na loja da esquina onde já se conhecem os funcionários ou de ir ao talho de bairro comprar a carne para o mês.

O chamado comércio tradicional foi de tal forma esmagado pelos grandes centros comerciais, que manter e ter sucesso numa loja de rua tradicional é quase impossível nos dias de hoje.

A verdade é que aliado ao distanciamento causado pelo grande comércio também se gerou um nicho para pequenos comerciantes que bem explorado pode levar a um grande sucesso.

A loja da esquina e o centro comercial

O comércio de centro comercial, chamado de grande comércio tem as suas vantagens é certo, mas também aumentou consideravelmente o distanciamento das pessoas no ato da compra, deixando de haver empatia entre vendedor e consumidor, onde se vendem para as massas e não existe uma preocupação de conhecer bem quem está à sua frente a comprar.

Vantagens do comércio feito em centro comercial:

  • Conseguimos encontrar tudo aquilo que precisamos no mesmo espaço, sem ter a necessidade de percorrer grandes distâncias para fazer as compras mensais de supermercado e comprar umas botas para o Inverno;
  • Como os produtos são adquiridos em grandes quantidades os preços tornaram-se mais competitivos e conseguimos preços mais baixos;
  • O horário do grande comércio é mais alargado, permitindo ao consumidor fazer as suas compras à noite ou ao fim-de-semana;
  • A novidade e inovação do comércio é feita com rapidez e é possível ter acesso às novidades rapidamente.

Desvantagens do comércio feito em centro comercial:

  • Não existe um contacto empático e pessoal com o vendedor. Para o grande comércio o consumidor passou a ser um número;
  • Existe distanciamento entre os donos do negócio e o consumidor. Muitas vezes desconhecemos de quem é a loja x, apenas sabemos o que vende;
  • É um tipo de comércio mecanizado, menos humano. Mais distante e frio;
  • Não se compra algo e se dá “dois dedos de conversa”, como acontece no comérciotradicional.

O comércio tradicional

comércioO comércio tradicional pode até não ter os preços mais baixos, mas tem algo que o grande comércio não garante: proximidade entre comerciante e consumidor.

Esta vertente pode até não ser muito importante para a maioria das pessoas, mas principalmente para as pessoas  idosas, esta proximidade é fundamental. Garantir que existe uma preocupação genuína pelo bem estar do cliente, onde se guardam as compras habituais e se sabe a história de vida de cada cliente faz uma grande diferença.

A oportunidade dos pequenos

 É importante ter em conta que atualmente, são cada vez mais pessoas a procurarem um comércio de proximidade onde não se sentem apenas como um número na hora de comprar.

Não é fácil ser pequeno a viver num mundo de gigantes, mas a verdade é que a criação de um comércio tradicional onde consiga aliar preços competitivos a uma politica de proximidade, é cada vez mais a chave do sucesso para o comérciotradicional. É importante não esquecer que as pessoas enquanto consumidores dão cada vez mais valor aos pormenores, mas que exigem também inovação nos serviços.

Não se esqueça também que existem entidades que o podem ajudar a melhorar a sua visão do mercado.

Pensar diferente e aproximar pessoas: O sucesso dos pequenos!

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Comprar: de palavra de ordem a heresia total

8 de Maio de 2019 by Miguel Costa Deixe um comentário

Comprar parece ter sido a palavra-chave da maioria dos portugueses nas últimas décadas. O país parece ter vivido décadas de pseudo-prosperidade alicerçadas na armadilha bancária do crédito fácil. Estes anos em que todos pensávamos poder comprar a nossa felicidade e a dos nossos amigos e familiares, na verdade estávamos a cavar aquela que seria a sua sepultura definitiva.

Da euforia do comprar até à condenação do consumo

comprarOs estímulos exteriores, os sinais e os apelos da euforia consumista levaram-nos a comprar e a hipotecar o nosso futuro e o dos nossos filhos.

Num frenesim imenso para alimentar o carrossel louco da banca e restantes instituições financeiras, fomos comprando, a pronto ou a prestações, endividando-nos até ao limite e…para além.

Para comprar não era preciso ter como, bastava querer. Tudo, em prol da alimentação do gigantesco monstro consumista instalado em Portugal e no mundo.

Importava comprar de tudo um pouco, mostrar que havia, que era possível, numa felicidade ilusória ao melhor estilo norte-americano.

A inversão do ciclo: uma praga tão grande quanto as calamidades do passado

A verdade é que, em cinco anos, tudo mudou. Do verbo «comprar», passou-se ao verbo «poupar» e a outros verbos menos simpáticos, como «perder», «vender», «hipotecar». A doméstica que comprava um «smartphone» de última geração em suaves prestações mensais caiu em si quando o marido perdeu o emprego. Os carros topo de gama começaram a ser devolvidos em catadupa, assim como as casas e tudo o restante.

Subitamente, nada era garantido, nem aquilo que pensávamos que duraria para sempre. E aqueles que tanta força fizeram para que conseguíssemos comprar e voltar a comprar eram agora os mesmos que nos condenavam e injuriavam por termos comprado de mais. «Viver acima das possibilidades», dizem agora. Eles, os mesmos que nos massacraram com compras e créditos, empréstimos e prestações.

Os mesmos que nos mandaram comprar são agora quem decide que comprámos demais

Deixámos de comprar, passámos a sobreviver, a pagar os mesmos créditos com muito menos dinheiro, alimentando os mesmos que agora nos criticam e que outrora nos incentivaram a comprar até não poder mais. Comprar deixou de ser a palavra de ordem e passou a ser quase uma heresia. O que hoje é verdade, amanhã podem bem ser mentira. Nunca uma frase se aplicou tão bem a uma conjuntura histórica como agora.

Não estamos em guerra, não há peste negra nem febre amarela, mas vivemos um flagelo tão ou mais grave do que essas pragas de outrora. Tudo porque comprar era a palavra de ordem a seguir até não mais ser possível. E tudo porque houve quem decidisse que já não devíamos mais comprar. Mas, o mundo continuar a girar e é necessário quem continue a comprar, se não aqui do outro lado do mundo. O que interessa é que o dinheiro gire!

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Produtos de higiene em viagem. Onde comprar?

24 de Março de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Vai de viagem e não sabe como fazer com os seus produtos de higiene? Sabe que os hotéis disponibilizam miniaturas de artigos de higiene, mas a verdade é que para a sua pele e para o seu cabelo estes não são os mais indicados e não lhe apetece ir para a reunião de trabalho com uma juba de leoa.

Produtos de higiene em viagem

produtos de higieneExistem duas questões associadas aos produtos de higiene em viagem: a primeira questão é que se viaja de avião existe um conjunto de regras de embalagens e quantidades que devem ser respeitadas, a segunda questão é que não é conveniente ocupar demasiado espaço na bagagem com inúmeros produtos de higiene com embalagens grandes e ao mesmo tempo, os produtos de higiene que são disponibilizados nos hotéis não são os melhores para si.

Opções para produtos de higiene

Pode optar por duas vias no que diz respeito aos produtos de higiene: Leva os que já usa ou compra novos.

Antes de mais, é importante que faça uma triagem dos produtos que irá levar. Não tem que levar todos, mas sim levar aqueles que são essenciais:

  • shampoo e condicionador de cabelo;
  • Gel de banho;
  • desodorizante;
  • pasta de dentes e escova;
  • creme hidratante de rosto e corpo;
  • Produtos desmaquilhantes de rosto.

Estes são alguns exemplos de produtos de higiene essenciais para quem vai de viagem.

Se pretende levar os que já usa, deverá adquirir embalagens transparentes e com a capacidade permitida nos aviões e encher com os seus produtos de higiene habituais. Caso pretenda comprar produtos novos, opte por miniaturas, comercializadas em algumas lojas de cosmética.

Cuidados a ter

Se a sua pele necessita de cuidados específicos, como por exemplo se for uma pele atópica, opte por levar os produtos de higiene que usa habitualmente em embalagens mais pequenas. Optar por comprar produtos novos, neste caso não é uma boa opção.

Se é habitual se maquilhar, pode optar por levar toalhitas desmaquilhantes que são mais práticas e pode até serem transportadas na sua mala. Em vez de ter de levar leite desmaquilhante e tônico, leva apenas um produto, mais espaço na mala e menos uma coisa com que se preocupar.

Opte por levar os produtos em embalagens transparentes e guardados também numa bolsa transparente para ser mais fácil identificá-los. Mas não se esqueça de colocar etiquetas com o nome dos produtos de forma a não trocar o creme de corpo pelo de rosto.

Mas já não tenho espaço na mala…

Caso conheça bem o seu destino e já não tem espaço na mala para os produtos de higiene, pode optar ainda por uma terceira alternativa caso tenha tempo livre: comprar os seus produtos de higiene no destino.

Ao chegar, desloque-se a um supermercado ou perfumaria e adquira os seus produtos habituais ou experimente produtos novos que não sejam comercializados no seu pais. É uma boa forma de conhecer novos produtos e se não gostar deles pode sempre deixá-los antes de regressar.

Em viagem: Bons produtos, embalagens pequenas!

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Primeira Marca Portuguesa de Cosmética Canavezes Voltou

8 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Já ouviu falar da primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes? Pois eu não tinha ouvido – até ontem. A passagem pela farmácia, na grande maioria das vezes, é por razões de doença. No entanto, não faltam produtos alusivos à saúde neste sector de actividade.

É uma farmácia grande, enorme, moderna naquilo que representa exactamente o comércio de proximidade. A despertar a minha atenção, uma cómoda branca em madeira mexicana e claramente antiga. Depois, estava coberta por cores suaves entre o rosa velho e o verde água. Aproximei-me mais ainda para conseguir ler o que diziam as cores: a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes. E corri a investigar.

A primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes

Como inequivocamente indica a designação, esta marca é oriunda do Marco de Canaveses. Começou por ser como uma marca de luxo de cosmética e do lar, a produzir apenas por encomenda, quando nasceu, no século dezanove, colocada nos chapéus que eram fabricados para as famílias reais de toda a Europa.

Igualmente, a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes andava nos lençóis de linho em pormenor bordados e nos óleos essenciais para aromatizar as roupas de cama e os atoalhados utilizados nas termas da cidade. A marca fazia também o rosto – como cremes e sabonetes – de variados produtos de higiene e de bem-estar.

Depois o tempo e a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes foram-se esbatendo: até 2012, ano em que o Grupo Canavezes, o grupo que detém esta marca, decide recuperá-la pelo do lançamento de sabonetes.

Não, não são uns sabonetes comuns…

A nova linha do Grupo Canavezes, incorpora cinco sabonetes em embalagens inspiradas nas cinco quinas do brasão de Canavezes, atribuído pelo Infante D. Henrique, e homenageiam fragmentos da história de Portugal. Remetem-nos, bem visto, para, o presente impregnado de passado, a vida.

Veja os nomes dos cinco sabonetes comercializados em Portugal e em França (Paris): Art, Mystery, Romance, Nature e History. Não lhe parecem, ao mesmo tempo, antigos e modernos? Não lhe passam os cheiros pelo nariz só através do nome?

Desenvolvidos pelos Laboratórios Dermatológicos Canavezes, peritos na actividade de investigação das propriedades únicas das águas termais de Canavezes, assim como na investigação dermatológica e no estudo e produção de formulações dermocosméticas exclusivas – estes sabonetes são fabricados artesanalmente e garantem a não utilização de elementos nocivo para a pele.

A biogeleia, extraída das águas termais de Canavezes, alguns óleos essenciais e azeite são os ingredientes que compõem os tão, já apetecíveis à pele, sabonetes. 

Mas há mais: o creme de corpo Canavezes Água Termal

As novidades do grupo canavezes não ficam por aqui! Um outro lançamento da primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes diz respeito ao creme de corpo Canavezes Água Termal. Este produto promove a eficácia no tratamento de várias patologias da pele – estando indicado para a psoríase, dermatites, eczemas, peles atópicas, dermatoses e vermelhidão.

Renascida e revigorada desde 2012, a marca Canavezes aposta agora em uma linha de sabonetes com características únicas e também em um creme de corpo terapêutico: óptimas, excelentes, razões para cativar o seu interesse nesta que é a primeira marca portuguesa de cosmética.

É Canavezes!

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Ai que saudades do cheiro das drogarias à antiga!

15 de Novembro de 2018 by olinda de freitas Deixe um comentário

No antigamente,

as drogarias eram aquela espécie de lojas chinesas pela quantidade e variedade de produtos disponíveis – mas com alta qualidade, lembra-se? Qualquer coisa assim mais exótica (exótica porque não existia a acessibilidade fácil das grandes superfícies de hoje) que a mãe precisava, encontrávamos na drogaria: era a aguarrás, a soda cáustica, as garrafas do gás para o fogão, as cordas e as molas para a roupa, as ferramentas e os pregos, as mangueiras e as vassouras para o jardim, os detergentes para a casa de banho e o sabão rosa, os perfumes e os sabonetes, o talco para o rabinho dos miúdos e para os pés dos graúdos. Ai que saudades das drogarias antigas!

E o cheiro, lembra-se do cheiro?

drogariasMesmo antes de darmos o passo derradeiro para lá entrarmos já sentíamos aquela mistura de odor com cheiro, o odor das drogas ácidas e corrosivas e dos plásticos com o cheiro das fragrâncias suaves, uma espécie de ar saturado e por saturar que nos entrava narinas adentro e nos deixava a fantasiar. A si, não?

Eu saía sempre das drogarias com histórias na cabeça – umas de terror, em que as substâncias perigosas entravam em conluios para desfazerem carnes e outras de magia em que peças brancas e luminosas de limpo pelo sabão rosa serviam de motivo para construir enredos de cavaleiros e princesas que fugiam para os bosques. Eram os lugares para onde me levavam as drogarias.

E as drogarias o tempo levou

Ou, pelo menos, foi levando. A pouco e pouco, cada coisa no seu lugar – a especialização do comércio foi colocando no mercado lojas, ou secções nas grandes superfícies, específicas para tudo: as ferramentas e os pregos num lugar, os plásticos para casa noutro, os perfumes e produtos de higiene pessoal separadíssimos de outra coisa qualquer, os utensílios de jardim em lojas gigantescas do ramo e os produtos perigosos, cada vez mais legislados, deixaram de poder estar junto de tudo o resto.

É o progresso

Mas ainda existem drogarias à antiga, o progresso não limpou tudo, tanto nos centros urbanos como nas zonas periféricas: são velhinhas, conservam as paredes sem espaço com tantos pendericalhos pendurados para vender, montras desregradas e feias e por isso encantadoras, teias de aranha por todo o lado, e vazias. Estão quase sempre vazias porque o cliente de hoje prefere ir bater perna para o hipermercado – faz as compras a correr para apanhar o elevador e subir ao shopping, mar confuso de gente com ar doente e quente, para gastar horas a surfar no nada.

Conservo a nítida memória das mãos do Senhor Franquelim, o dono da drogaria das drogarias da minha infância, ser dono de parte da minha infância é de uma significância belíssima, as mãos do trabalho árduo mas feliz: a pele tão seca e gretada, a cor opaca de uma mistura de branco com verde, as cabeças dos dedos esticadas e unhas imperceptíveis pelo pó que já não queria sair. Saudades, não do tempo que já não volta, das drogarias que ficaram lá atrás.

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