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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Mercearia das Flores – a que faz dos petiscos, amores

4 de Dezembro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Vida Nova à antiga

Numa mercearia. Isso mesmo: recriar a mercearia antiga desde os armários, passando pelo balcão e pelos petiscos até à simpatia de bem receber: conversinha amena nos dias, em momentos que o cliente não quer só comprar – quer desabafar para o ar e para quem apanhar a filinha de palavras que quiseram, mesmo ali, sair para depois voltarem a entrar e desaguar em outro lugar. É assim na Mercearia das Flores, entre prosa e poesia, em plena Baixa do Porto.

Mercearia das Flores

MerceariaNo Porto, o espaço recria o conceito da mercearia antiga com produtos nacionais e gulosamente bons: é o mel do Alvão, o bolo de mel da Madeira, o bolo de figo e as estrelas de figo algarvias, as ameixas de Elvas, os chocolates da Beatriz, as bolachas da Fábrica Diogo, os digestivos da Padaria Santo António, as conservas da Pinhais, os licores e marmeladas da Casa de Encosturas, os chás dos Açores (Gorreana e Porto Formoso), os chás da Ervas da Zoé, além das compotas diversas de várias regiões, os queijos, os enchidos e o pão do Alentejo, de Mirandela, de Bragança e, pois claro que não podia faltar, a Broa de Avintes.

Na garrafeira, uma vasta gama de vinhos de várias regiões mesmo ali a pedirem para serem degustados também à antiga. E o azeite, ai o azeite!, uma produção única que quer dar-se a provar.

Fazer um encontro de regiões e promover os pequenos produtores é a máxima das duas mercearias que fazem questão de inclui uma ementa de petiscos para o cliente não ter mesmo hipótese de lá sair insatisfeito.

Os petiscos servem para consumar o tal encontro de regiões e a promoção dos pequenos produtores nacionais: dar a provar as várias combinações das iguarias frescas da mercearia velha de tradição e nova, sempre nova, de paladar.

O que pode petiscar?

Na Mercearia das Flores, além de refrescar memórias e de encantar os sentidos, pode petiscar, agora pare mesmo aí onde está para começar a imaginar e a fazer crescer água na boca, bacalhau com azeitonas biológicas e ervinhas frescas regado a azeitinho do bom, ou sardinha em broa de milho de Avintes acompanhada com tomate mini e alface – será até caso para dizerem, em tom de riso, bem à moda do Porto, venha cá provar chéri, chérie.

Não somos restaurante, somos uma mercearia que prepara pequenos pratos com produtos da loja – dizem as merceeiras felizes que arriscaram uma nova vida (devolvendo também à cidade uma vida nova tanto para quem passa apressado como para quem lá decide parar) na velha Mercearia das Flores.

Ao mesmo tempo, a Mercearia das Flores possui uma espécie de missão que não passa despercebida aos clientes mais atentos: divulgar os produtos portugueses, tudo feito em Portugal e para Portugueses, mais para quem de fora os quiser comprar, genuínos e únicos.

Vá até lá:

Mercearia das Flores R. das Flores, 110, Porto Telefone: 22 208 3232 Segunda a Sábado, das 9h às 19h

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Arquivado em:COMÉRCIO RETALHO Marcados com:azeite, azeitonas, bacalhau, broa, compotas, Mercearia das Flores, pão, petiscos, Porto, vinhos

Mercado Bom Sucesso: lazer sem retorno no Porto

30 de Julho de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

O Mercado Bom Sucesso é um espaço moderno, talvez um conceito de urbanidade rural, localizado mesmo no coração da Boavista do Porto, definindo-se, não só pela veia comercial e de degustação, pela envolvência da comunidade em experiências únicas.

É, por isso, possível desfrutar de sabores vários  mas também de espectáculos de música, teatro e dança – bem como de exposições e de workshops que frequentemente acontecem. E sabe que mais? São completamente gratuitos.

Os sabores do Mercado Bom Sucesso

mercado bom sucessoGastronomia de excelência, e em cheio, pode provar de tudo: cozinha Portuguesa, cozinha Espanhola, cozinha Italiana e cozinha Japonesa – pode fazer uma viagem pelos sabores do mundo onde a qualidade é a sua guia turística.

Prefere comidas mais leves? Não há problema algum, tem sopas e saladas ou sandes bem saudáveis que no fim pode compensar com mimos doces. Doces e refinados como, aliás, todos os produtos e serviços que nos proporciona uma visita ao Mercado Bom Sucesso.

E sabia que pode ir fazendo o seu prato, petiscando aqui e ali nas várias, quarenta e quatro, bancas existentes?

A venda tradicional

no Mercado Bom Sucesso está preservada e mantém-se fresca e gourmet como você gosta. Precisa de legumes e fruta fresca? E também de carne, de peixe e de flores? Vá lá, está à espera do quê, o edifício mantem-se fiel aos seus antigos clientes e faz questão de lhe oferecer, dia após dia, os melhores frescos da cidade – mas agora em um espaço requintado e aprimorado só a pensar em si. Tanto é assim que todos os dias, de segunda a quinta feira, são de happy hour no Mercado Bom Sucesso: Das 18h às 19h pode usufruir, tanto no mercado gourmet como no mercado dos frescos, de produtos a preços mais baixos ou ofertas promocionais. Imperdível!

A cultura bem esgalhada

Todas as semanas, no Mercado Bom Sucesso, existem actividades giríssimas para si e para toda a família: Workshops e Exposições para crianças e adultos, Teatro e Dança, Concertos de Jazz – uma verdadeira e completa animação. E nem sequer é por acaso que a revista francesa Tours Ma Ville aceita sugestões de uma couchsurfer portuguesa sobre o Porto, onde é sugerida a visita ao Mercado Bom Sucesso na escapadela vinte e três.

Como? É turista, está a ler-me, e não sabe como lá ir ter?

Faça assim: antes de mais, traduza-me. Depois, se viajar de metro pode apanhar as linhas Azul (A), Vermelha (B), Verde (C), Violeta (E) Amarela (D) (faça transbordo na Estação da Trindade) e Laranja (F). Saia na estação Casa da Música e o Mercado Bom Sucesso fica a 5 minutos a pé, aproveita para apreciar os jardins da Rotunda da Boavista. Se viajar de autocarro, pode apanhar as linhas 204, 209, 902, 903 ou ZM.

Mas também pode começar por dar uma vista de olhos aqui, apreciar cada serviço com imagens e breves descrições desta fonte de lazer. Divirta-se.

Arquivado em:COMÉRCIO RETALHO Marcados com:actividades culturais, comida tradicional, flores, frutas, gourmet, legumes, Mercado Bom Sucesso, plantas, Porto, restauração

Porque o Comércio Tradicional é feito de e para pessoas

21 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Um projecto de valorização do espaço e do comércio tradicional através da memória: GAU

Conseguir manter a ligação do comércio tradicional, cuja importância vai muito além da mera transacção, com o espaço urbano terá sido a origem da ideia rumo ao conjunto de operações de regeneração urbana centradas num eixo urbano entre as Ruas – que integram a designada zona histórica da cidade – Mouzinho da Silveira e Rua das Flores na cidade do Porto.

As Ruas escolhidas

O comércio tradicional está enraizado nestas duas ruas: viabiliza a sua existência, por um lado, e explica uma parte da sua organização interna por outro; deve-se também ao comércio tradicional o frenesim verificado no seu interior, tanto pelas pessoas que nelas habitam como as que a ela ocorrem periodicamente no passeio ao comércio tradicional. Ademais, estas duas ruas são uma fonte de informação histórica, um pólo difusor de informações, um lugar de contactos, um espaço de recreio e lazer – pela diversidade de pessoas e mercadorias que nela passaram, e continuam a passar, talvez com um brilho mais luminoso antes.

O Projecto GAU

Este projecto desenvolveu-se a partir da metodologia das Histórias de Vida. Esta metodologia, utilizada na área das Ciências Sociais e Humanas, parte do que cada um guarda selectivamente na sua memória. Ao recolher as experiências e atitudes de um indivíduo obtêm-se sempre dados e documentam-se factos elementares que não se limitam exclusivamente à personalidade desse indivíduo. É um método que se interessa por conhecer a dinâmica própria dos grupos e sociedades humanas, assim como os factos e os acontecimentos que intervêm nas localidades e nos indivíduos em determinados processos económicos, políticos e simbólico-culturais.

O que foi feito?

No decorrer do projecto de valorização do espaço urbano e do comércio tradicional foram realizadas entrevistas a quarenta pessoas (comerciantes ou funcionários dos estabelecimentos comerciais) onde foram exploradas questões como a relação com o estabelecimento, a relação do estabelecimento com a rua, os clientes, os produtos, as alterações que se desenrolaram ao longo do tempo – sempre em estreita relação com as vivências dos comerciantes – esta última variante é que deu o sabor todo.

A partir desta metodologia foram recolhidas informações em três suportes: áudio, vídeo e fotografia, cujos conteúdos recolhidos foram editados e resultaram em um conjunto de informações relevantes que deu origem a este sítio tão interessante que integra uma base de dados com informação histórica e geográfica das ruas, visitas virtuais aos estabelecimentos comerciais, campanhas de marketing, textos, áudios, vídeos e fotografias resultantes das recolhas de memórias (Histórias de Vida) associadas aos espaços de comércio tradicional. Uma maravilha!

Os conteúdos de base imaterial,

depois de interpretados, conversas, opiniões e experiências dos comerciantes, serviram de base para a criação e apresentação de acções de valorização local e de animação de espaços. A título de exemplo, a primeira actividade realizada foi a exposição de fotografia “Ruas De Pé”, inaugurada no mês de Dezembro de 2009. As fotografias referiam-se à Rua das Flores e Rua Mouzinho da Silveira, e às obras que decorreram no edifício da TRENMO – onde decorreu a exposição num primeiro momento.

Venham mais projectos de apoio ao comércio tradicional e à sua significância nos espaços urbanos – porque dar importância às pessoas é o primeiro passo para o progresso.

Arquivado em:COMÉRCIO RETALHO Marcados com:comerciantes, comércio tradicional, Histórias de vida, Porto, Projecto GAU, Rua das Flores, Rua Mouzinho da Silveira, TRENMO

Primeira Marca Portuguesa de Cosmética Canavezes Voltou

8 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Já ouviu falar da primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes? Pois eu não tinha ouvido – até ontem. A passagem pela farmácia, na grande maioria das vezes, é por razões de doença. No entanto, não faltam produtos alusivos à saúde neste sector de actividade.

É uma farmácia grande, enorme, moderna naquilo que representa exactamente o comércio de proximidade. A despertar a minha atenção, uma cómoda branca em madeira mexicana e claramente antiga. Depois, estava coberta por cores suaves entre o rosa velho e o verde água. Aproximei-me mais ainda para conseguir ler o que diziam as cores: a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes. E corri a investigar.

A primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes

Como inequivocamente indica a designação, esta marca é oriunda do Marco de Canaveses. Começou por ser como uma marca de luxo de cosmética e do lar, a produzir apenas por encomenda, quando nasceu, no século dezanove, colocada nos chapéus que eram fabricados para as famílias reais de toda a Europa.

Igualmente, a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes andava nos lençóis de linho em pormenor bordados e nos óleos essenciais para aromatizar as roupas de cama e os atoalhados utilizados nas termas da cidade. A marca fazia também o rosto – como cremes e sabonetes – de variados produtos de higiene e de bem-estar.

Depois o tempo e a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes foram-se esbatendo: até 2012, ano em que o Grupo Canavezes, o grupo que detém esta marca, decide recuperá-la pelo do lançamento de sabonetes.

Não, não são uns sabonetes comuns…

A nova linha do Grupo Canavezes, incorpora cinco sabonetes em embalagens inspiradas nas cinco quinas do brasão de Canavezes, atribuído pelo Infante D. Henrique, e homenageiam fragmentos da história de Portugal. Remetem-nos, bem visto, para, o presente impregnado de passado, a vida.

Veja os nomes dos cinco sabonetes comercializados em Portugal e em França (Paris): Art, Mystery, Romance, Nature e History. Não lhe parecem, ao mesmo tempo, antigos e modernos? Não lhe passam os cheiros pelo nariz só através do nome?

Desenvolvidos pelos Laboratórios Dermatológicos Canavezes, peritos na actividade de investigação das propriedades únicas das águas termais de Canavezes, assim como na investigação dermatológica e no estudo e produção de formulações dermocosméticas exclusivas – estes sabonetes são fabricados artesanalmente e garantem a não utilização de elementos nocivo para a pele.

A biogeleia, extraída das águas termais de Canavezes, alguns óleos essenciais e azeite são os ingredientes que compõem os tão, já apetecíveis à pele, sabonetes. 

Mas há mais: o creme de corpo Canavezes Água Termal

As novidades do grupo canavezes não ficam por aqui! Um outro lançamento da primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes diz respeito ao creme de corpo Canavezes Água Termal. Este produto promove a eficácia no tratamento de várias patologias da pele – estando indicado para a psoríase, dermatites, eczemas, peles atópicas, dermatoses e vermelhidão.

Renascida e revigorada desde 2012, a marca Canavezes aposta agora em uma linha de sabonetes com características únicas e também em um creme de corpo terapêutico: óptimas, excelentes, razões para cativar o seu interesse nesta que é a primeira marca portuguesa de cosmética.

É Canavezes!

Arquivado em:COMÉRCIO RETALHO Marcados com:artigos de viagem, flores, ortopédicos, plantas, Porto, produtos cosméticos, produtos de higiene, produtos farmacêuticos, produtos médicos, saúde pública

Comércio de Rua e Grandes Superfícies – As Tendências

23 de Dezembro de 2018 by olinda de freitas Deixe um comentário

Em termos de arrendamento o comércio de rua está mais caro, em 2014, relativamente às grades superfícies – conforme refere o site Notícias ao minuto. Trata-se de uma informação disponibilizada pela Consultora Worx ” nos últimos anos tem-se assistido a uma correcção da oferta dos centros comerciais, estando agora mais adaptada à realidade actual” e é relativa aos primeiros seis meses de 2014.

Convém não esquecer que o comércio de rua é o relativo aos pequenos estabelecimentos de venda a retalho, situados fora de grandes superfícies comerciais, e especializados na transacção de um tipo de produto particular tipicamente propriedade de pessoas individuais.

Distingue-se das grandes superfícies por estas serem espaços planeados sob uma administração centralizada e compostos por lojas destinadas à exploração comercial e à prestação de serviços que estão sujeitas a normas contratuais padronizadas – por forma a manter o equilíbrio da oferta e da funcionalidade e assegurando-se, assim, a convivência integrada.

Agora sim, podemos avançar para não haver confusão de conceitos entre comércio.

Efeito negativo da crise no consumo coloca comércio de rua à frente das grandes superfícies

comércio de ruaEm boa verdade, conforme refere a consultora, com a crise e o seu impacto negativo no consumo “assiste-se a um crescimento moderado, em especial no comércio de rua, que tem vindo a ganhar terreno face às grandes superfícies”.

Será importante referir que nas lojas de média dimensão, nos centros comerciais, a renda mensal, em euros e por metro quadrado, varia entre dez e setenta euros. Os valores mais altos podem ser encontrados na Grande Lisboa. No que concerne a retail parques o valor oscila entre cinco e dez euros.

No que ao comércio de rua diz respeito, os valores registados em tabela vão entre os dez e os noventa e cinco euros por metro quadrado, por mês, com a zona da Avenida da Liberdade/Chiado (Lisboa) a liderar: os valores de mercado situam-se entre os cinquenta e os noventa euros. E no Porto, refere-se a zona mais cara como sendo a Rua Santa Catarina (17,5 a 35 euros).

As razões que justificam o mercado de arrendamento do comércio de rua e das grandes superfícies comerciais em Lisboa e no porto

As razões apontadas prendem-se com o facto de o comércio de rua estar com uma atractividade em crescimento, especialmente nas zonas mais caras de Lisboa que “continuam a atrair marcas de luxo”.

Assiste-se a uma estabilização dos valores de arrendamento nas superfícies comerciais, por um lado, e manutenção – ou mesmo ligeira subida das rendas – do comércio de rua em zonas prime por outro. Isto de acordo com a pesquisa da Consultora Worx que aponta, igualmente, tendências.

Algumas tendências como “Desenvolvimento de alguns projectos que se encontravam em standby (suspensos) e aposta na reconversão e reabilitação de superfícies comerciais existentes”, “o mercado industrial e logístico tem sido um dos mercados mais afectados pela retracção, com a oferta “bastante desajustada em relação à procura”.

Fonte da imagem

Arquivado em:COMÉRCIO RETALHO Marcados com:comércio de rua, grandes superfícies, Lisboa, Porto, tendências

Comércio por Grosso e Retalho

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