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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Conceber uma Montra, Uma História, Muitos Clientes!

1 de Janeiro de 2020 by olinda de freitas Deixe um comentário

Conceber uma montra envolve uma data de recursos materiais mas, igualmente, recursos intangíveis como a criatividade. Este tipo de trabalho deverá ser realizado pelo merchandiser, ou vitrinista, um profissional com formação e sensibilidade específicas para seduzir o cliente e fazê-lo – senão comprar – entrar na sua loja.

Como conceber uma montra?

conceber uma montraQue recursos estão disponíveis? O que é necessário adquirir? Que ambiente explorar? Estas são as questões básicas a que um merchandiser responde quando começa a pensar no desenho da montra da loja.

As paredes

Conceber uma montra implica pensar nas paredes como excelentes suportes de representações visuais. Querê-las lisas é imperativo. E Porquê? Para poderem ser pintadas ou furadas além de decoradas.

A importância do pavimento

A loja deve optar por colocar na montra um material resistente mas de fácil manuseamento (PVC). Desta forma poderá ser removível e trocado. Sabia que com um pavimento diferente muda tudo? Obviamente que existem pavimentos fixos, o que é uma má escolha, com os quais também é possível, porém bastante limitativos, trabalhar.

Os tectos falsos

Excelentes amigos do vitrinista, são óptimos para pendurar os acessórios ou até mesmo os manequins. São sempre muito práticos por disfarçarem, ao conceber a montra, as luzes e todos os elementos que estão a prejudicar uma boa imagem final da montra e da loja.

Onde é que pensa que vai colocar a porta de segurança? Sim, a que dá entrada para a montra e impede o acesso dos clientes? Nem pense colocá-la senão na lateral, quase invisível à perspectiva frontal do lado de fora da montra!

O uso inteligente da luz

Elemento importantíssimo, para conceber uma montra, é a iluminação:

  • Os focos realçam os artigos e os manequins;
  • Os reflectores iluminam o resto do cenário;
  • A potência e capacidade de cada lâmpada estão ligadas ao tipo de efeitos de luz que o merchandiser queira dar à montra.

Quer, por exemplo, iluminar aquela jóia especial? Se colocar um foco de luz com alta potência o que vai acontecer é deixá-la perdida porque o realce será dado, pela luz, ao ambiente envolvente. E não era mesmo a jóia que queria destacar?

O conceito criativo

O merchandiser, ao conceber uma montra da sua loja, está a pensar com criatividade no apoio e na promoção do produto ou do serviço que quer vender – daí que terá de haver um elo condutor de harmonia e equilíbrio entre o tema, o produto ou serviço e o próprio ambiente da loja.

O merchandiser, ou vitrinista, é um narrador de histórias!

A montra é o cartão de visita da sua loja, Senhor Comerciante, convença-se. E de uma vez por todas contrate um vitrinista, ou merchandiser, aquele profissional capaz de criar um espaço dentro do espaço planificando os recursos e usando a criatividade para contar histórias aos seus potenciais clientes.

As histórias contam-se, os clientes entram na sua loja e os seus produtos ou serviços vendem. Uma simplicidade arrojada.

Se está no Porto, poderá contratar vitrinistas formados aqui ou aqui. Invista!

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Olhou a montra e entrou? Visual Merchandising de Êxito!

18 de Dezembro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Visual Merchandising situa-se mesmo naquele lugar que fica imediatamente, entre o marketing e o merchandising, antes da compra. Está de acordo? 

De uma maneira bem simples, digamos que o visual merchandising é uma variante de comunicação directa com o público – alvo de um determinado produto ou marca – puro marketing, que auxilia a criação da identificação visual de um produto e do conceito de uma marca por forma a gerar uma ligação entre o consumidor e esse elemento, ou seja, gerar a compra.

Merchandising, uma estratégia de marketing

Visual MerchandisingDe entre as várias estratégias de marketing, o merchandising é a forma de comunicar que mais se aproxima do consumidor, conseguindo interagir com o mesmo de uma forma directa. De acordo com a Associação Americana de marketing, merchandising é “uma operação de planeamento necessária para se pôr no mercado o produto certo, no lugar certo, no tempo certo, em quantidades certas e a preço certo”.

Cá para nós, que ninguém nos ouve, merchandising, visual merchandising, é vender sem palavras, isto é, usando as próprias embalagens, os expositores, os equipamentos, o espaço de vendas das lojas. É a produção de uma conversa de olhos causadora do impulso de comprar, através da imagem institucional, do produto e do serviço, nos consumidores. 

As técnicas do merchandising

O cliente olhou para a montra e entrou na loja? Então não preciso de dizer mais nada, não vou sequer falar em técnicas porque o objectivo foi cumprido: o seu cliente entrou e está disposto a explorar os seus produtos e/ou serviços.

A montra é, pois, o cartão de visita que faz com que o cliente sinta vontade de entrar na loja. Depois, o interior da loja é uma outra área imensamente importante – pois deve estar em consonância com os elementos expostos na montra criando-se uma linha de orientação. Objectivo: não defraudar, nem frustrar, as expectativas criadas pelo consumidor.

Quais os elementos que constituem o visual merchandising?

A vitrine, vulga montra, nisto do visual merchandising, deve ser concebida e arquitectada para ser a essência do que é a loja e de tudo o que esta oferece e simboliza: a montra merece todo o cuidado, atenção e profissionalismo – ela é a amostra da sua loja!

Também o layout, a organização do espaço, bem como a iluminação, o som, a cor e o cheiro devem ter um planeamento estratégico e especial no sentido de cativarem e apaixonarem o cliente – isto já dentro da loja.

Tudo em uma montra importa e o profissional de visual merchandising sabe disso: sabe dar o realce através da iluminação; sabe escolher as cores e as texturas dos materiais; sabe ponderar o equilíbrio; sabe adequar tudo isto à estação do ano e ao produto e marca a trabalhar. 

O visual merchandising, ou vitrinismo, é simplesmente uma estratégia de marketing que alia o bom gosto à criatividade com um único objectivo: fazer com que o cliente sinta interesse e entre na loja para, quem sabe, apaixonar-se. Invista bem: contrate um profissional de visual merchandising!

Fonte da imagem

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Leilões: Oportunidades únicas na Internet

20 de Novembro de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

Com a banalização do uso da Internet têm surgido novos modelos de negócio que exploram as vantagens do mundo online. As lojas online proliferam e embora se saiba que Portugal é o país europeu que menos simpatiza com este modelo de fazer compras, não é menos verdade que os mais jovens mostram-se especialmente atentos às oportunidades de negócio que estas lojas proporcionam.

Já não estamos só a falar de preços mais baixos proporcionados pela redução dos custos de distribuição ou de armazenagem, entre outros. Uma das tendências recentes são os sites de leilões online.

Sempre teve a secreta fantasia de estar numa sala a levantar uma placa disputando uma peça que sobe o seu preço a olhos vistos? Então, agora pode fazê-lo a partir do conforto de sua casa. Misturando a filosofia dos preços low cost com a competitividade de um leilão, surgem vários sites especializados capazes de vender os mais variados produtos em leilão.

Que tipo de produtos?

leilõesDesengane-se se está à espera de encontrar produtos de relativo interesse como roupas ou acessórios. Nestes sites de leilões facilmente encontramos telemóveis de ponta (iPhone 5S, Samsung Galaxy S4) e até consolas como a Playstation 4.

Como funciona?

Os sites adquirem os produtos e depois colocam-nos à venda para leilão com um preço máximo consideravelmente inferior ao de compra.

Para dar início ao leilão é necessário reunir um número mínimo de participantes, participantes esses que deverão pagar uma inscrição. É aí que está o grande ganho destes sites de leilões.

Ganham essencialmente com o valor das inscrições dos participantes do leilão. Cada participante terá depois direito a fazer determinado número de lances e ganha o primeiro a atingir o preço máximo estabelecido ou então o que chegar mais perto.

O valor dos lances está predefinido em três ou quatro opções para impedir que se ofereça o valor máximo para arrebatar o produto de forma instantânea.

Preços low cost

Os preços máximos a que os produtos são colocados para leilão são consideravelmente apelativos. Tomemos como exemplo uma consola Playstation 4. A nova consola da Sony na sua versão mais simples tem um valor de mercado de 399€. No site Belabida, por exemplo, podemos encontrá-la a leilão com o preço máximo de 40€.

São necessários 50 participantes com o preço de inscrição de 12€ por pessoa, o que vai dar 600€. Só aqui o site já está a lucrar cerca de 200€. Depois ainda irá receber o dinheiro da venda, os tais 40€. Como benesse, ainda oferece a devolução do valor da inscrição ao segundo e terceiro classificado, por exemplo.

Pode encontrar vários sites de leilões, sendo o Belabida (já referido) e o Clube Fashion os mais populares.

De facto, o consumidor começa a estar cada vez mais desperto para estas oportunidades de obter os produtos desejados a um preço low cost, podendo assim, de certa forma, manter o mesmo estilo de vida com um custo mais baixo.

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Comprar na loja ou na Internet? Eis a questão

13 de Novembro de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

A sociedade e o comércio evoluíram de mãos dadas de forma a satisfazer o desejo de consumo das pessoas. À medida que as pessoas quiseram consumir mais, também passaram a querer consumir mais rápido. Com o avançar da Internet e a banalização do seu uso, as grandes marcas de retalho viram aí a possibilidade de abrirem mais uma loja. Possivelmente, a derradeira e maior loja, a loja online.

Resulta?

comprar onlineAs lojas online permitem a comodidade de se comprar a partir do sofá sem qualquer esforço, apenas tendo de aguardar a entrega em casa. No entanto, não é um sistema perfeito. A compra online resulta muito bem com produtos como livros, filmes, música ou videojogos.

São produtos que não exigem uma experimentação. Quando falamos de roupa, o caso muda de figura. É de facto possível comprar roupa pela Internet, no entanto roupa é um produto que convém sempre experimentar. Embora seja possível comparar tamanhos se já tivermos peças de roupa daquela marca, há sempre o risco de a peça que queremos comprar em específico não nos fique tão bem por este ou outro motivo.

Para além disso, as pessoas gostam sempre de “sentir o material” para aferir a sua qualidade. Com a evolução da tecnologia, muito tem sido feito no sentido de desenvolver aplicações que resolvam este problema, mas nenhuma solução o resolveu por completo para já.

Desconfiança

Os números dizem que os portugueses ainda são muito avessos a comprar online. Segundo um estudo do Eurobarómetro no final de 2013, os portugueses são os que menos compram através da Internet na Europa. Apenas 15% afirmam comprar online. Os motivos para não o fazerem dividem-se na desconfiança no que aos meios de pagamento diz respeito e à necessidade de inspeccionar o produto em pessoa e poder colocar questões a um funcionário de carne e osso sobre o mesmo.

Não são só os espanhóis que vêem com as mãos…

Comprar online retira uma parte importante do prazer da compra. Aquele pequeno prazer de entrar numa loja, ver tudo, mexer em tudo, ponderar qual a melhor opção e no fim levar o vencedor para casa é retirado quando fazemos uma compra no espaço virtual. Claro que na Internet ainda podemos ver mais opções, mas a verdade é que os portugueses também gostam bastante de mexer, “sentir” o produto.

Para além disso, como as lojas de grande consumo se encontram em grandes centros comerciais, as compras são normalmente conjugadas com um passeio em família e isso é algo com que as lojas online não podem competir.

Embora as lojas online tenham vindo para ficar e sejam uma evolução natural, no fundo os portugueses ainda continuam a preferir o contacto pessoal na hora de comprar. São tão inegáveis as qualidades de comprar a partir do conforto do sofá como a segurança e o “prazer” de comprar na loja física.

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