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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Comprar na loja ou na Internet? Eis a questão

13 de Novembro de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

A sociedade e o comércio evoluíram de mãos dadas de forma a satisfazer o desejo de consumo das pessoas. À medida que as pessoas quiseram consumir mais, também passaram a querer consumir mais rápido. Com o avançar da Internet e a banalização do seu uso, as grandes marcas de retalho viram aí a possibilidade de abrirem mais uma loja. Possivelmente, a derradeira e maior loja, a loja online.

Resulta?

comprar onlineAs lojas online permitem a comodidade de se comprar a partir do sofá sem qualquer esforço, apenas tendo de aguardar a entrega em casa. No entanto, não é um sistema perfeito. A compra online resulta muito bem com produtos como livros, filmes, música ou videojogos.

São produtos que não exigem uma experimentação. Quando falamos de roupa, o caso muda de figura. É de facto possível comprar roupa pela Internet, no entanto roupa é um produto que convém sempre experimentar. Embora seja possível comparar tamanhos se já tivermos peças de roupa daquela marca, há sempre o risco de a peça que queremos comprar em específico não nos fique tão bem por este ou outro motivo.

Para além disso, as pessoas gostam sempre de “sentir o material” para aferir a sua qualidade. Com a evolução da tecnologia, muito tem sido feito no sentido de desenvolver aplicações que resolvam este problema, mas nenhuma solução o resolveu por completo para já.

Desconfiança

Os números dizem que os portugueses ainda são muito avessos a comprar online. Segundo um estudo do Eurobarómetro no final de 2013, os portugueses são os que menos compram através da Internet na Europa. Apenas 15% afirmam comprar online. Os motivos para não o fazerem dividem-se na desconfiança no que aos meios de pagamento diz respeito e à necessidade de inspeccionar o produto em pessoa e poder colocar questões a um funcionário de carne e osso sobre o mesmo.

Não são só os espanhóis que vêem com as mãos…

Comprar online retira uma parte importante do prazer da compra. Aquele pequeno prazer de entrar numa loja, ver tudo, mexer em tudo, ponderar qual a melhor opção e no fim levar o vencedor para casa é retirado quando fazemos uma compra no espaço virtual. Claro que na Internet ainda podemos ver mais opções, mas a verdade é que os portugueses também gostam bastante de mexer, “sentir” o produto.

Para além disso, como as lojas de grande consumo se encontram em grandes centros comerciais, as compras são normalmente conjugadas com um passeio em família e isso é algo com que as lojas online não podem competir.

Embora as lojas online tenham vindo para ficar e sejam uma evolução natural, no fundo os portugueses ainda continuam a preferir o contacto pessoal na hora de comprar. São tão inegáveis as qualidades de comprar a partir do conforto do sofá como a segurança e o “prazer” de comprar na loja física.

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Marketing de Rede: Os produtos têm qualidade ou não?

6 de Novembro de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

Em época de crise, a palavra de ordem tem sido empreendedorismo. Existem muitas formas de as pessoas se tornarem empreendedoras mas poucas necessitarão de tão pouco investimento como o Marketing de Rede. No entanto, é necessário recolher o máximo de informação possível por forma a não caír em negócios fáceis e duvidosos que prometem mundos e fundos e em troca dão apenas uma mão cheia de nada.

O que é o Marketing de Rede?

O Marketing de Rede é um esquema de negócio em que uma empresa detentora de determinados produtos recruta uma rede de distribuidores que por sua vez irão criar a sua própria rede por forma a fazer escoar os seus produtos ao longo do canal a preços mais baixos e distribuindo comissões/prémios.

Existem várias empresas ligadas de Marketing de Rede (também conhecido por Marketing Multi-Nível) em Portugal sendo as mais conhecidas a Avon, a Oriflame ou a FM Group. Cada uma tem a sua forma de trabalhar e distribuír os ganhos, mas por norma os produtos comercializados tendem a ser produtos de higiene e cosmética, sendo os perfumes uma arma muito forte para estas empresas.

A qualidade dos produtos

É na efectiva qualidade dos produtos que reside a grande questão tanto para quem compra como para quem pensa entrar no negócio. Óbvio que todas as empresas de Marketing de Rede colocam os seus produtos no topo, aludindo sempre ao seu preço low cost.

Como já foi dito acima no texto, os perfumes são uma grande arma deste tipo de negócio pois têm preços verdadeiramente apetecíveis. No entanto, embora muitas vezes apresentem os aromas bastante semelhantes (talvez até idênticos) às grandes marcas não podem nem usar o seu nome nem os frascos conhecidos do público.

Isso por vezes torna-se um entrave porque, como se diz, os olhos também comem. Ainda assim, para quem está disposto a ultrapassar esse “estigma” poderá de facto encontrar réplicas de essências que nas perfumarias custariam quatro a cinco vezes mais. Outra vantagem dos perfumes comercializados por algumas destas empresas é a concentração superior ao que costumamos encontrar nas marcas. A maior concentração da fragrância permite um odor mais forte e duradouro.

Os cremes destas marcas de Marketing Multi-Nível são também bastante populares por apresentarem uma boa relação custo/qualidade.

A publicidade

Estes negócios não fazem grandes apostas ao nível da publicidade. A sua estratégia de comunicação assenta sobretudo no passa palavra. Os seus distribuidores e os seus clientes são os embaixadores da marca e a verdade é que é extremamente comum vermos alguém puxar do creme para as mãos da Oriflame, por exemplo. Não há melhor publicidade que o próprio uso dos produtos.

Ainda não existem grandes estatísticas sobre Marketing de Rede em Portugal, mas sabe-se que esta indústria tem gerado bons rendimentos nos Estados Unidos da América desde algum tempo a esta parte.

Em Portugal, estes tempos de crise têm virado a atenção das pessoas para este tipo de actividades e espera-se, ou talvez neste preciso momento já se registe, um crescimento razoável nos próximos tempos.

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