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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Olhou a montra e entrou? Visual Merchandising de Êxito!

18 de Dezembro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Visual Merchandising situa-se mesmo naquele lugar que fica imediatamente, entre o marketing e o merchandising, antes da compra. Está de acordo? 

De uma maneira bem simples, digamos que o visual merchandising é uma variante de comunicação directa com o público – alvo de um determinado produto ou marca – puro marketing, que auxilia a criação da identificação visual de um produto e do conceito de uma marca por forma a gerar uma ligação entre o consumidor e esse elemento, ou seja, gerar a compra.

Merchandising, uma estratégia de marketing

Visual MerchandisingDe entre as várias estratégias de marketing, o merchandising é a forma de comunicar que mais se aproxima do consumidor, conseguindo interagir com o mesmo de uma forma directa. De acordo com a Associação Americana de marketing, merchandising é “uma operação de planeamento necessária para se pôr no mercado o produto certo, no lugar certo, no tempo certo, em quantidades certas e a preço certo”.

Cá para nós, que ninguém nos ouve, merchandising, visual merchandising, é vender sem palavras, isto é, usando as próprias embalagens, os expositores, os equipamentos, o espaço de vendas das lojas. É a produção de uma conversa de olhos causadora do impulso de comprar, através da imagem institucional, do produto e do serviço, nos consumidores. 

As técnicas do merchandising

O cliente olhou para a montra e entrou na loja? Então não preciso de dizer mais nada, não vou sequer falar em técnicas porque o objectivo foi cumprido: o seu cliente entrou e está disposto a explorar os seus produtos e/ou serviços.

A montra é, pois, o cartão de visita que faz com que o cliente sinta vontade de entrar na loja. Depois, o interior da loja é uma outra área imensamente importante – pois deve estar em consonância com os elementos expostos na montra criando-se uma linha de orientação. Objectivo: não defraudar, nem frustrar, as expectativas criadas pelo consumidor.

Quais os elementos que constituem o visual merchandising?

A vitrine, vulga montra, nisto do visual merchandising, deve ser concebida e arquitectada para ser a essência do que é a loja e de tudo o que esta oferece e simboliza: a montra merece todo o cuidado, atenção e profissionalismo – ela é a amostra da sua loja!

Também o layout, a organização do espaço, bem como a iluminação, o som, a cor e o cheiro devem ter um planeamento estratégico e especial no sentido de cativarem e apaixonarem o cliente – isto já dentro da loja.

Tudo em uma montra importa e o profissional de visual merchandising sabe disso: sabe dar o realce através da iluminação; sabe escolher as cores e as texturas dos materiais; sabe ponderar o equilíbrio; sabe adequar tudo isto à estação do ano e ao produto e marca a trabalhar. 

O visual merchandising, ou vitrinismo, é simplesmente uma estratégia de marketing que alia o bom gosto à criatividade com um único objectivo: fazer com que o cliente sinta interesse e entre na loja para, quem sabe, apaixonar-se. Invista bem: contrate um profissional de visual merchandising!

Fonte da imagem

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Comprar na loja ou na Internet? Eis a questão

13 de Novembro de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

A sociedade e o comércio evoluíram de mãos dadas de forma a satisfazer o desejo de consumo das pessoas. À medida que as pessoas quiseram consumir mais, também passaram a querer consumir mais rápido. Com o avançar da Internet e a banalização do seu uso, as grandes marcas de retalho viram aí a possibilidade de abrirem mais uma loja. Possivelmente, a derradeira e maior loja, a loja online.

Resulta?

comprar onlineAs lojas online permitem a comodidade de se comprar a partir do sofá sem qualquer esforço, apenas tendo de aguardar a entrega em casa. No entanto, não é um sistema perfeito. A compra online resulta muito bem com produtos como livros, filmes, música ou videojogos.

São produtos que não exigem uma experimentação. Quando falamos de roupa, o caso muda de figura. É de facto possível comprar roupa pela Internet, no entanto roupa é um produto que convém sempre experimentar. Embora seja possível comparar tamanhos se já tivermos peças de roupa daquela marca, há sempre o risco de a peça que queremos comprar em específico não nos fique tão bem por este ou outro motivo.

Para além disso, as pessoas gostam sempre de “sentir o material” para aferir a sua qualidade. Com a evolução da tecnologia, muito tem sido feito no sentido de desenvolver aplicações que resolvam este problema, mas nenhuma solução o resolveu por completo para já.

Desconfiança

Os números dizem que os portugueses ainda são muito avessos a comprar online. Segundo um estudo do Eurobarómetro no final de 2013, os portugueses são os que menos compram através da Internet na Europa. Apenas 15% afirmam comprar online. Os motivos para não o fazerem dividem-se na desconfiança no que aos meios de pagamento diz respeito e à necessidade de inspeccionar o produto em pessoa e poder colocar questões a um funcionário de carne e osso sobre o mesmo.

Não são só os espanhóis que vêem com as mãos…

Comprar online retira uma parte importante do prazer da compra. Aquele pequeno prazer de entrar numa loja, ver tudo, mexer em tudo, ponderar qual a melhor opção e no fim levar o vencedor para casa é retirado quando fazemos uma compra no espaço virtual. Claro que na Internet ainda podemos ver mais opções, mas a verdade é que os portugueses também gostam bastante de mexer, “sentir” o produto.

Para além disso, como as lojas de grande consumo se encontram em grandes centros comerciais, as compras são normalmente conjugadas com um passeio em família e isso é algo com que as lojas online não podem competir.

Embora as lojas online tenham vindo para ficar e sejam uma evolução natural, no fundo os portugueses ainda continuam a preferir o contacto pessoal na hora de comprar. São tão inegáveis as qualidades de comprar a partir do conforto do sofá como a segurança e o “prazer” de comprar na loja física.

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