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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Comprar: de palavra de ordem a heresia total

8 de Maio de 2019 by Miguel Costa Deixe um comentário

Comprar parece ter sido a palavra-chave da maioria dos portugueses nas últimas décadas. O país parece ter vivido décadas de pseudo-prosperidade alicerçadas na armadilha bancária do crédito fácil. Estes anos em que todos pensávamos poder comprar a nossa felicidade e a dos nossos amigos e familiares, na verdade estávamos a cavar aquela que seria a sua sepultura definitiva.

Da euforia do comprar até à condenação do consumo

comprarOs estímulos exteriores, os sinais e os apelos da euforia consumista levaram-nos a comprar e a hipotecar o nosso futuro e o dos nossos filhos.

Num frenesim imenso para alimentar o carrossel louco da banca e restantes instituições financeiras, fomos comprando, a pronto ou a prestações, endividando-nos até ao limite e…para além.

Para comprar não era preciso ter como, bastava querer. Tudo, em prol da alimentação do gigantesco monstro consumista instalado em Portugal e no mundo.

Importava comprar de tudo um pouco, mostrar que havia, que era possível, numa felicidade ilusória ao melhor estilo norte-americano.

A inversão do ciclo: uma praga tão grande quanto as calamidades do passado

A verdade é que, em cinco anos, tudo mudou. Do verbo «comprar», passou-se ao verbo «poupar» e a outros verbos menos simpáticos, como «perder», «vender», «hipotecar». A doméstica que comprava um «smartphone» de última geração em suaves prestações mensais caiu em si quando o marido perdeu o emprego. Os carros topo de gama começaram a ser devolvidos em catadupa, assim como as casas e tudo o restante.

Subitamente, nada era garantido, nem aquilo que pensávamos que duraria para sempre. E aqueles que tanta força fizeram para que conseguíssemos comprar e voltar a comprar eram agora os mesmos que nos condenavam e injuriavam por termos comprado de mais. «Viver acima das possibilidades», dizem agora. Eles, os mesmos que nos massacraram com compras e créditos, empréstimos e prestações.

Os mesmos que nos mandaram comprar são agora quem decide que comprámos demais

Deixámos de comprar, passámos a sobreviver, a pagar os mesmos créditos com muito menos dinheiro, alimentando os mesmos que agora nos criticam e que outrora nos incentivaram a comprar até não poder mais. Comprar deixou de ser a palavra de ordem e passou a ser quase uma heresia. O que hoje é verdade, amanhã podem bem ser mentira. Nunca uma frase se aplicou tão bem a uma conjuntura histórica como agora.

Não estamos em guerra, não há peste negra nem febre amarela, mas vivemos um flagelo tão ou mais grave do que essas pragas de outrora. Tudo porque comprar era a palavra de ordem a seguir até não mais ser possível. E tudo porque houve quem decidisse que já não devíamos mais comprar. Mas, o mundo continuar a girar e é necessário quem continue a comprar, se não aqui do outro lado do mundo. O que interessa é que o dinheiro gire!

Arquivado em:COMÉRCIO RETALHO Marcados com:artigos de viagem, discos, flores, ortopédicos, plantas, produtos cosméticos, produtos de higiene, produtos farmacêuticos, produtos médicos

Produtos de higiene em viagem. Onde comprar?

24 de Março de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Vai de viagem e não sabe como fazer com os seus produtos de higiene? Sabe que os hotéis disponibilizam miniaturas de artigos de higiene, mas a verdade é que para a sua pele e para o seu cabelo estes não são os mais indicados e não lhe apetece ir para a reunião de trabalho com uma juba de leoa.

Produtos de higiene em viagem

produtos de higieneExistem duas questões associadas aos produtos de higiene em viagem: a primeira questão é que se viaja de avião existe um conjunto de regras de embalagens e quantidades que devem ser respeitadas, a segunda questão é que não é conveniente ocupar demasiado espaço na bagagem com inúmeros produtos de higiene com embalagens grandes e ao mesmo tempo, os produtos de higiene que são disponibilizados nos hotéis não são os melhores para si.

Opções para produtos de higiene

Pode optar por duas vias no que diz respeito aos produtos de higiene: Leva os que já usa ou compra novos.

Antes de mais, é importante que faça uma triagem dos produtos que irá levar. Não tem que levar todos, mas sim levar aqueles que são essenciais:

  • shampoo e condicionador de cabelo;
  • Gel de banho;
  • desodorizante;
  • pasta de dentes e escova;
  • creme hidratante de rosto e corpo;
  • Produtos desmaquilhantes de rosto.

Estes são alguns exemplos de produtos de higiene essenciais para quem vai de viagem.

Se pretende levar os que já usa, deverá adquirir embalagens transparentes e com a capacidade permitida nos aviões e encher com os seus produtos de higiene habituais. Caso pretenda comprar produtos novos, opte por miniaturas, comercializadas em algumas lojas de cosmética.

Cuidados a ter

Se a sua pele necessita de cuidados específicos, como por exemplo se for uma pele atópica, opte por levar os produtos de higiene que usa habitualmente em embalagens mais pequenas. Optar por comprar produtos novos, neste caso não é uma boa opção.

Se é habitual se maquilhar, pode optar por levar toalhitas desmaquilhantes que são mais práticas e pode até serem transportadas na sua mala. Em vez de ter de levar leite desmaquilhante e tônico, leva apenas um produto, mais espaço na mala e menos uma coisa com que se preocupar.

Opte por levar os produtos em embalagens transparentes e guardados também numa bolsa transparente para ser mais fácil identificá-los. Mas não se esqueça de colocar etiquetas com o nome dos produtos de forma a não trocar o creme de corpo pelo de rosto.

Mas já não tenho espaço na mala…

Caso conheça bem o seu destino e já não tem espaço na mala para os produtos de higiene, pode optar ainda por uma terceira alternativa caso tenha tempo livre: comprar os seus produtos de higiene no destino.

Ao chegar, desloque-se a um supermercado ou perfumaria e adquira os seus produtos habituais ou experimente produtos novos que não sejam comercializados no seu pais. É uma boa forma de conhecer novos produtos e se não gostar deles pode sempre deixá-los antes de regressar.

Em viagem: Bons produtos, embalagens pequenas!

Arquivado em:COMÉRCIO POR GROSSO Marcados com:artigos de desporto, artigos de viagem, bens de consumo, brinquedos, computadores, discos, electrodomésticos, equipamentos periféricos, flores, jogos, jornais, ortopédicos, plantas, produtos cosméticos, produtos de higiene, produtos farmacêuticos, produtos médicos, programas informáticos, revistas

Primeira Marca Portuguesa de Cosmética Canavezes Voltou

8 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Já ouviu falar da primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes? Pois eu não tinha ouvido – até ontem. A passagem pela farmácia, na grande maioria das vezes, é por razões de doença. No entanto, não faltam produtos alusivos à saúde neste sector de actividade.

É uma farmácia grande, enorme, moderna naquilo que representa exactamente o comércio de proximidade. A despertar a minha atenção, uma cómoda branca em madeira mexicana e claramente antiga. Depois, estava coberta por cores suaves entre o rosa velho e o verde água. Aproximei-me mais ainda para conseguir ler o que diziam as cores: a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes. E corri a investigar.

A primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes

Como inequivocamente indica a designação, esta marca é oriunda do Marco de Canaveses. Começou por ser como uma marca de luxo de cosmética e do lar, a produzir apenas por encomenda, quando nasceu, no século dezanove, colocada nos chapéus que eram fabricados para as famílias reais de toda a Europa.

Igualmente, a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes andava nos lençóis de linho em pormenor bordados e nos óleos essenciais para aromatizar as roupas de cama e os atoalhados utilizados nas termas da cidade. A marca fazia também o rosto – como cremes e sabonetes – de variados produtos de higiene e de bem-estar.

Depois o tempo e a primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes foram-se esbatendo: até 2012, ano em que o Grupo Canavezes, o grupo que detém esta marca, decide recuperá-la pelo do lançamento de sabonetes.

Não, não são uns sabonetes comuns…

A nova linha do Grupo Canavezes, incorpora cinco sabonetes em embalagens inspiradas nas cinco quinas do brasão de Canavezes, atribuído pelo Infante D. Henrique, e homenageiam fragmentos da história de Portugal. Remetem-nos, bem visto, para, o presente impregnado de passado, a vida.

Veja os nomes dos cinco sabonetes comercializados em Portugal e em França (Paris): Art, Mystery, Romance, Nature e History. Não lhe parecem, ao mesmo tempo, antigos e modernos? Não lhe passam os cheiros pelo nariz só através do nome?

Desenvolvidos pelos Laboratórios Dermatológicos Canavezes, peritos na actividade de investigação das propriedades únicas das águas termais de Canavezes, assim como na investigação dermatológica e no estudo e produção de formulações dermocosméticas exclusivas – estes sabonetes são fabricados artesanalmente e garantem a não utilização de elementos nocivo para a pele.

A biogeleia, extraída das águas termais de Canavezes, alguns óleos essenciais e azeite são os ingredientes que compõem os tão, já apetecíveis à pele, sabonetes. 

Mas há mais: o creme de corpo Canavezes Água Termal

As novidades do grupo canavezes não ficam por aqui! Um outro lançamento da primeira marca portuguesa de cosmética Canavezes diz respeito ao creme de corpo Canavezes Água Termal. Este produto promove a eficácia no tratamento de várias patologias da pele – estando indicado para a psoríase, dermatites, eczemas, peles atópicas, dermatoses e vermelhidão.

Renascida e revigorada desde 2012, a marca Canavezes aposta agora em uma linha de sabonetes com características únicas e também em um creme de corpo terapêutico: óptimas, excelentes, razões para cativar o seu interesse nesta que é a primeira marca portuguesa de cosmética.

É Canavezes!

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