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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Trabalho de equipa. Pode a equipa afugentar os clientes?

2 de Agosto de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Quando nos deslocamos a uma loja, o cartão de visita é não só a imagem da loja em si como a equipa que a constitui. Pode a equipa de trabalho fazer diferença na fidelização de clientes ou até mesmo na angariação de clientes novos? Pode com toda a certeza!

Equipa: Um por todos e todos por um!

trabalho de equipaPode não ser intuitivo considerar, enquanto clientes, a equipa de trabalho de determinada loja uma peça fundamental na nossa ida à loja x. Mas a verdade é que só é possível garantir uma experiência agradável ao cliente quando entra em determinada loja se o trabalho de equipa funcionar. 

Uma equipa de trabalho deve ser tida como um todo, com pessoas diferentes mas que pensam e agem com um objetivo comum, pois só assim podem garantir que o cliente seja bem atendido e que tenha a percepção de que é bem recebido e que quando entra na loja tem sempre uma experiência agradável. 

Superar obstáculos, remar com o mesmo objetivo

O que faz então, uma equipa ser uma boa equipa? Será que têm de ser pessoas com personalidades parecidas? Será que têm de ter uma chefia direta autoritária que lhes diga o que devem fazer ou como deve ser feito? Será que tem de ser uma equipa que tenha um bom salário, pois só assim sentem que vale a pena irem trabalhar? Será?

Não existem receitas mágicas. As pessoas são todas diferentes e não agem de igual forma às mesmas situações nem têm objetivos de vida iguais. Uma equipa de sucesso é aquela que sabe tudo isto e que respeita as diferenças de cada um, aprende com isso e faz com que apesar das diferenças o barco reme sempre para o mesmo lado: o lado do sucesso!

Líder versus chefe

Para se fazer uma boa equipa tem de existir obrigatoriamente um bom líder e um bom líder não é aquele que manda, mas sim aquele que lidera pelo exemplo, que faz antes de mandar fazer, que ensina e partilha conhecimento e que acima de tudo respeita os restantes elementos.

Sem um bom líder que una a equipa de trabalho é praticamente impossível que o trabalho seja bem feito e que o resultado final, garantir um bom atendimento, seja cumprido. É importante que se tenha em mente que os tempos mudaram, que as pessoas antes de serem trabalhadores são clientes e que como clientes são exigentes.

Importa, cada vez mais aos líderes e chefias garantir as condições de trabalho certas às suas equipas de trabalho de forma a que estas saibam fazer o melhor atendimento, que será aquele com que cada um mais se identifica enquanto cliente.

Uma boa equipa faz a diferença para os clientes?

Sim. Um cliente quando se dirige a uma determinada loja consegue sentir se a equipa que lá trabalha, trabalha ou não em conjunto, se existe respeito e empatia entre colegas, ou se pelo contrário existe um mau ambiente.

É importante que se comece a dar mais importância aos elementos de cada equipa individualmente e como se comportam em trabalho de equipa e não tanto à exigência de resultados apenas porque sim.

Uma boa equipa pode bem ser a razão dos lucros da empresa!

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Que produtos valem a pena comprar no Ebay?

14 de Julho de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

A sociedade evoluiu a um ritmo alucinante nos últimos tempos na mesma medida em que se foi tornando mais consumista.

A evolução da tecnologia, uma fase de relativa prosperidade e toda uma crescente panóplia de opções ao nível da oferta criou uma geração que sempre se habituou a ter (mais ou menos) tudo e agora que vive com menos, poder-se-ia dizer que era também obrigada a ser menos consumista. Tal não acontece. Esta teoria é, aliás, defendida por várias vozes ligadas ao mercado de consumo.

Como?

ebayAs novas gerações não estão a abdicar de ter, chamemos-lhe, coisas. Apenas as procuram mais baratas, na sua versão low cost. É neste ponto que entram as grandes lojas online como o Ebay ou a Amazon.

Estas lojas eliminando custos associados ao armazenamento e publicidade, conseguem oferecer preços verdadeiramente apetecíveis numa enorme variedade de produtos que podem ir desde simples capas para telemóveis a roupa, entre muitas outras coisas.

O que ter em atenção nas compras no Ebay?

Pegando no caso concreto do Ebay, é necessário compreender que embora os preços sejam na sua esmagadora maioria muito apetecíveis há produtos que valem mais a pena do que outros. Caír no engodo do low cost é fácil, pelo que há factores a ter em conta. Um dos factores a ter em conta é o vendedor.

O Ebay é como um género de mercado virtual gigante onde pessoas (vendedores) colocam os seus produtos para venda. Através dos negócios com dado vendedor as pessoas vão classificando-os numa escala de 0 a 100, pelo que este é um importante dado a ter em conta na hora da decisão de compra. Quanto mais próximo do 100 estiver um vendedor, mais expectável será obter um produto de qualidade.

Outro factor a ter em conta prende-se com características únicas de alguns produtos. Tomemos a roupa como exemplo. No Ebay se quisermos comprar uma camisola, a única informação que temos é uma fotografia, o tamanho e possivelmente os materiais. Não é possível aferir com razoável certeza que a camisola nos irá assentar bem. E voltando ao factor anterior, por melhores classificações que o vendedor tenha, roupa é sempre um produto em que é mais difícil garantir a qualidade dos materiais.

Então o que vale a pena comprar?

As melhores compras à partida serão coisas de “pouco valor” como capas para telemóvel, para tablet, pen”s para o tablet e todo o tipo de acessórios, por exemplo. O género de artigos que nem sempre encontramos com a variedade que desejávamos nas lojas físicas e quando encontramos é a preços que (muitas vezes) não correspondem ao valor que atribuímos ao produto.

É de facto nisto que o Ebay ganha: no cruzamento entre variedade e preço low cost. Com um pouco de pesquisa e sabendo o que queremos, podemos encontrar muitas alternativas a um preço low cost.

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A loja da esquina e o centro comercial. Diferenças

1 de Julho de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Hoje em dia o comércio feito em grandes centros comerciais passou a ser prática comum. Deixou de ser usual comprar o jornal na loja da esquina onde já se conhecem os funcionários ou de ir ao talho de bairro comprar a carne para o mês.

O chamado comércio tradicional foi de tal forma esmagado pelos grandes centros comerciais, que manter e ter sucesso numa loja de rua tradicional é quase impossível nos dias de hoje.

A verdade é que aliado ao distanciamento causado pelo grande comércio também se gerou um nicho para pequenos comerciantes que bem explorado pode levar a um grande sucesso.

A loja da esquina e o centro comercial

O comércio de centro comercial, chamado de grande comércio tem as suas vantagens é certo, mas também aumentou consideravelmente o distanciamento das pessoas no ato da compra, deixando de haver empatia entre vendedor e consumidor, onde se vendem para as massas e não existe uma preocupação de conhecer bem quem está à sua frente a comprar.

Vantagens do comércio feito em centro comercial:

  • Conseguimos encontrar tudo aquilo que precisamos no mesmo espaço, sem ter a necessidade de percorrer grandes distâncias para fazer as compras mensais de supermercado e comprar umas botas para o Inverno;
  • Como os produtos são adquiridos em grandes quantidades os preços tornaram-se mais competitivos e conseguimos preços mais baixos;
  • O horário do grande comércio é mais alargado, permitindo ao consumidor fazer as suas compras à noite ou ao fim-de-semana;
  • A novidade e inovação do comércio é feita com rapidez e é possível ter acesso às novidades rapidamente.

Desvantagens do comércio feito em centro comercial:

  • Não existe um contacto empático e pessoal com o vendedor. Para o grande comércio o consumidor passou a ser um número;
  • Existe distanciamento entre os donos do negócio e o consumidor. Muitas vezes desconhecemos de quem é a loja x, apenas sabemos o que vende;
  • É um tipo de comércio mecanizado, menos humano. Mais distante e frio;
  • Não se compra algo e se dá “dois dedos de conversa”, como acontece no comérciotradicional.

O comércio tradicional

comércioO comércio tradicional pode até não ter os preços mais baixos, mas tem algo que o grande comércio não garante: proximidade entre comerciante e consumidor.

Esta vertente pode até não ser muito importante para a maioria das pessoas, mas principalmente para as pessoas  idosas, esta proximidade é fundamental. Garantir que existe uma preocupação genuína pelo bem estar do cliente, onde se guardam as compras habituais e se sabe a história de vida de cada cliente faz uma grande diferença.

A oportunidade dos pequenos

 É importante ter em conta que atualmente, são cada vez mais pessoas a procurarem um comércio de proximidade onde não se sentem apenas como um número na hora de comprar.

Não é fácil ser pequeno a viver num mundo de gigantes, mas a verdade é que a criação de um comércio tradicional onde consiga aliar preços competitivos a uma politica de proximidade, é cada vez mais a chave do sucesso para o comérciotradicional. É importante não esquecer que as pessoas enquanto consumidores dão cada vez mais valor aos pormenores, mas que exigem também inovação nos serviços.

Não se esqueça também que existem entidades que o podem ajudar a melhorar a sua visão do mercado.

Pensar diferente e aproximar pessoas: O sucesso dos pequenos!

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O Comércio de alimentos e a Tecnociência na ordem do dia

6 de Maio de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Alimentos e tecnociênciaalimentos

Tanto a qualidade dos alimentos, como também a sua quantidade, foram apuradas – e depuradas – com os avanços na agricultura e pecuária: as técnicas de fertilização do solo e do controlo das pragas e, mais recentemente, a modificação genética dos animais e plantas de cultura conduziram a um maior rendimento na sua produção. 

A par a preparação dos alimentos passou por desenvolvimentos tecnológicos modificando-se, gradualmente, os utensílios e as técnicas de culinária dos alimentos.

O progresso técnico-científico originou uma nova dinâmica alimentar sem precedentes – as fontes de alimento tornaram-se cada vez mais dependentes da agricultura industrial e da aquicultura e das instalações industriais de produção de animais, técnicas que apontam para maximizar a quantidade de alimentos produzida por um lado e, por outro lado, minimizar o custo. Máquinas e sistemas variados (debulhadora, semeadora automática, tractores, sistemas de rega e drenagem, etc.) são a realidade dos tempos e a introdução dos fertilizantes e dos pesticidas permitiu que o rendimento aumentasse exponencialmente.

Mudança nos hábitos

Novos hábitos e novas exigências e possibilidades oferecidas pelas tecnologias são o reflexo da evolução das sociedades: as refeições são também oferecidas pré-preparadas para o consumo imediato nos restaurantes e quejandos. Com efeito as empresas alimentares e afins têm, constantemente, de conseguir gerar resoluções a diversos desafios para permanecerem no mercado e darem resposta às questões envolvidas na constante evolução da necessidade de comer: os alimentos são fonte de vida.

Cientistas e tecnólogos juntos

Alcançar ferramentas que lhes permitam, a cientistas e tecnólogos, entender as situações e dar-lhes resposta à luz dos conhecimentos e competências que possuem é o desafio. Os tecnólogos alimentares são especialistas essenciais na produção de alimentos seguros e de elevada qualidade, de forma organizada e planeada, dentro de determinados pressupostos económicos e éticos pois detêm um conhecimento profundo das matérias-primas, do seu manuseamento, do seu processamento, do seu controlo e do desenvolvimento de novos produtos, oferecendo ao consumidor alimentos seguros, convenientes e saudáveis.

O agronegócio

Preocupação constante do agronegócio é a adaptação e reestruturação da cadeia produtiva, por forma a transformar o produto in natura em produto industrializado – conferindo-lhe mais durabilidade e valor de mercado e, também,  dispensando a participação de intermediários em sua comercialização.

Segurança e Qualidade no meio da ciência e da tecnologia: sempre

Segurança e qualidade, sempre no centro dos debates técnico-científicos, captam a atenção naquilo que é a competitividade, o mercado, a logística, a água e a energia. Neste âmbito, assumem especial relevo as boas práticas de fabrico bem como a monitorização e vigilância do sistema alimentar até ao nível do consumidor. A cadeia da produção e distribuição da carne, por exemplo, ainda é frágil quanto à prevenção de problemas sanitários e há ainda muito o que fazer. Um outro aspecto que interessa imenso aos agentes do agronegócio é o facto do consumidor ainda não poder obter uma refeição completa e diversificada na área de frutas e produtos vegetais industrializados.

É é por isso que…

Parcerias entre o sector produtivo e a investigação, além de optimizar os recursos, ampliam as possibilidades de solução dos problemas e abrem caminho para novos produtos de acordo com a tendência de consumo e a melhoria de processos – e o desenvolvimento dos produtos transgénicos recai nesta grande finalidade. Este tema polémico está no centro de importantes debates que aguardam decisões no reino dos alimentos e do comércio.

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Produtos de higiene em viagem. Onde comprar?

24 de Março de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Vai de viagem e não sabe como fazer com os seus produtos de higiene? Sabe que os hotéis disponibilizam miniaturas de artigos de higiene, mas a verdade é que para a sua pele e para o seu cabelo estes não são os mais indicados e não lhe apetece ir para a reunião de trabalho com uma juba de leoa.

Produtos de higiene em viagem

produtos de higieneExistem duas questões associadas aos produtos de higiene em viagem: a primeira questão é que se viaja de avião existe um conjunto de regras de embalagens e quantidades que devem ser respeitadas, a segunda questão é que não é conveniente ocupar demasiado espaço na bagagem com inúmeros produtos de higiene com embalagens grandes e ao mesmo tempo, os produtos de higiene que são disponibilizados nos hotéis não são os melhores para si.

Opções para produtos de higiene

Pode optar por duas vias no que diz respeito aos produtos de higiene: Leva os que já usa ou compra novos.

Antes de mais, é importante que faça uma triagem dos produtos que irá levar. Não tem que levar todos, mas sim levar aqueles que são essenciais:

  • shampoo e condicionador de cabelo;
  • Gel de banho;
  • desodorizante;
  • pasta de dentes e escova;
  • creme hidratante de rosto e corpo;
  • Produtos desmaquilhantes de rosto.

Estes são alguns exemplos de produtos de higiene essenciais para quem vai de viagem.

Se pretende levar os que já usa, deverá adquirir embalagens transparentes e com a capacidade permitida nos aviões e encher com os seus produtos de higiene habituais. Caso pretenda comprar produtos novos, opte por miniaturas, comercializadas em algumas lojas de cosmética.

Cuidados a ter

Se a sua pele necessita de cuidados específicos, como por exemplo se for uma pele atópica, opte por levar os produtos de higiene que usa habitualmente em embalagens mais pequenas. Optar por comprar produtos novos, neste caso não é uma boa opção.

Se é habitual se maquilhar, pode optar por levar toalhitas desmaquilhantes que são mais práticas e pode até serem transportadas na sua mala. Em vez de ter de levar leite desmaquilhante e tônico, leva apenas um produto, mais espaço na mala e menos uma coisa com que se preocupar.

Opte por levar os produtos em embalagens transparentes e guardados também numa bolsa transparente para ser mais fácil identificá-los. Mas não se esqueça de colocar etiquetas com o nome dos produtos de forma a não trocar o creme de corpo pelo de rosto.

Mas já não tenho espaço na mala…

Caso conheça bem o seu destino e já não tem espaço na mala para os produtos de higiene, pode optar ainda por uma terceira alternativa caso tenha tempo livre: comprar os seus produtos de higiene no destino.

Ao chegar, desloque-se a um supermercado ou perfumaria e adquira os seus produtos habituais ou experimente produtos novos que não sejam comercializados no seu pais. É uma boa forma de conhecer novos produtos e se não gostar deles pode sempre deixá-los antes de regressar.

Em viagem: Bons produtos, embalagens pequenas!

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