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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Comércio por Grosso: A Revenda Grossa em Quantidade

5 de Maio de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

Sabe em que consiste, exactamente, a actividade de comércio por grosso? De forma bem simples, define-se como uma actividade de revenda, em quantidade:

  • a outros comerciantes;
  • retalhistas ou grossistas;
  • a industriais;
  • a utilizadores institucionais;
  • a profissionais ou a intermediários, de bens novos ou usados, sem transformação, tal como foram adquiridos – ou depois da realização de algumas operações associadas ao comércio por grosso, nomeadamente

    • escolha;
    • a classificação em lotes;
    • o acondicionamento;
    • engarrafamento.

O que é o comércio por grosso não sedentário?

comércio por grosso - bananasNo caso do comércio por grosso não sedentário os comerciantes não desempenham uma actividade fixa nos locais de venda. Esta actividade só pode ser exercida em feiras grossistas, devidamente autorizadas, realizadas em locais públicos ou privados.

Organizadas pelas autarquias ou por qualquer entidade gestora privada, singular ou colectiva, nas feiras grossistas apenas podem exercer a actividade de comércio por grosso os comerciantes que tenham lugar atribuído pela respectiva entidade gestora referida anteriormente.

Vai participar em uma feira grossista, Senhor comerciante?

Saiba que os comerciantes devem afixar, no local de venda da feira grossista, de forma visível e legível, a sua identificação. Ademais, devem fazer-se acompanhar da seguinte documentação:

  • Comprovativo, emitido pela entidade gestora, da atribuição do lugar na respectiva feira grossista;
  • Documentos de transporte, relativos ao comércio por grosso e impostos, nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 147/2003, de 11 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 238/2006, de 20 de Dezembro, e pela Lei n.º 3 -B/2010, de 28 de Abril.

Mas não é só! Os comerciantes devem assegurar o cumprimento da legislação em vigor no que concerne:

  • aos requisitos de higiene dos géneros alimentícios, no caso de a venda se referir a produtos alimentares;
  • às regras específicas de higiene aplicáveis aos géneros alimentícios de origem animal, no caso de a presença dos comerciantes se destine a comercializar alimentos de origem animal;
  • às regras para a comercialização de animais;
  • aos requisitos de higiene dos alimentos para animais.

A proposta do Partido da Terra para os mercados abastecedores

A proposta dos dirigentes do Partido da Terra para as feiras de comércio por grosso passa pela passagem dos mercados abastecedores a empresas como acontece, por exemplo, com a sociedade de Gestão do sector da Banana (GESBA). Os argumentos baseiam-se na maior eficácia do ciclo de distribuição no mercado regional dos respectivos produtos, já que “o grande problema do agricultor quando apanha a sua colheita é não ter garantido o escoamento, é não ter um preço justo e muitas vezes não tira dinheiro para pagar os custos de produção ou não ter dinheiro para pagar sequer os custos com as suas famílias”.

 São variados os destinatários da revenda do comércio por grosso – assim como são variadas as modalidades que pode assumir.

As feiras grossistas, tal como os mercados abastecedores, são um bom exemplo. Mas o importante mesmo é que o consumidor final fique satisfeito, o que dependerá do cumprimento da legislação no que se refere à revenda.

Fonte da imagem

Arquivado em:COMÉRCIO POR GROSSO Marcados com:comerciantes, comércio, comércio por grosso não sedentário, feiras grossistas, mercados abastecedores, Partido da Terra

A importância da Montra ou Vitrine no Comércio é Vital!

24 de Março de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

A importância da montra ou vitrinesurgiu da necessidade de oferecer ao cliente uma experiência devidamente completa, tomada de consciência a partir dos anos oitenta. A noção de que são várias as condicionantes a ser mais e melhor trabalhadas, de forma a existir uma maior harmonia dos produtos e serviços expostos, no espaço interior da loja, chegava para ficar marcando definitivamente a importância da montra ou vitrine.

Qual é, afinal, o objectivo de uma montra?

importância da Montra ou VitrineO principal, e grande, objectivo de uma montra é mostrar uma determinada imagem e mensagem da própria marca, servindo também de elemento atractivo para o cliente. Como? Fornecendo informação acerca, por exemplo e falando de roupa, do tipo de peças de vestuário que se vão utilizar, o estilo de vida que se pretende retratar.

Uma montra induz, ou deve estar concebida para esse fim, o cliente a uma ligação à sua memória para voltar. E voltar. E voltar!

Este conceito deixa passar a importância da montra ou vitrine, ao provocar no cliente uma determinada sensação: criam-se
sentimentos e emoções que pretendem influenciar, assim, em muitos casos, a entrada do cliente na loja e, posteriormente, a decisão de comprar.

A estratégia

Como, então, fazer o milagre da compra acontecer através do exterior? É preciso pensar na estrutura, arquitectura da loja, no mobiliário, nos acessórios a serem expostos, na luz utilizada, no som a ser ouvido dentro da loja.

A importância da montra ou vitrine começa na estratégia de promover, da melhor forma possível, os produtos, os espaços de circulação, a iluminação e a distribuição dos artigos na loja.

Harmonia e coerência entre ambos os espaços, da loja e da montra, são as palavras chave – a ponte para a narrativa que é a imagem e a mensagem que a(s) marca(s) pretendem transmitir.

Nesta linha, o exterior – que é também o interior – da loja, a montra, tem a vital função de atrair o cliente dando-lhe as boas vindas!

O carácter flutuante da montra

A verdade é que se anda atrás de uma fórmula para aplicar às montras de todas as suas lojas, desista: a importância da montra ou vitrine também advém do seu carácter flutuante, isto é, do tipo de produto ou serviço, da imagem e mensagem que a marca da loja quer transmitir e também, obviamente, o tipo de cliente que quer prender. Ou quer fazer o mesmo tipo de montra para um supermercado e para uma joalharia?

A importância de uma montra ou vitrine adquiriu força depois de 1980 – a ideia de que a compra começa no exterior da loja pela sedução do cliente a entrar ganhou, e tem vindo a ganhar, cada vez mais força. Se ainda não tem um profissional do visual merchandising que elabore as suas montras, não perca mais tempo.

Se está em Lisboa, peça referências sobre bons profissionais aqui.

Fonte da imagem

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