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Comércio por Grosso e Retalho

Espaço de reflexão sobre o Comércio

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Que produtos valem a pena comprar no Ebay?

14 de Julho de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

A sociedade evoluiu a um ritmo alucinante nos últimos tempos na mesma medida em que se foi tornando mais consumista.

A evolução da tecnologia, uma fase de relativa prosperidade e toda uma crescente panóplia de opções ao nível da oferta criou uma geração que sempre se habituou a ter (mais ou menos) tudo e agora que vive com menos, poder-se-ia dizer que era também obrigada a ser menos consumista. Tal não acontece. Esta teoria é, aliás, defendida por várias vozes ligadas ao mercado de consumo.

Como?

ebayAs novas gerações não estão a abdicar de ter, chamemos-lhe, coisas. Apenas as procuram mais baratas, na sua versão low cost. É neste ponto que entram as grandes lojas online como o Ebay ou a Amazon.

Estas lojas eliminando custos associados ao armazenamento e publicidade, conseguem oferecer preços verdadeiramente apetecíveis numa enorme variedade de produtos que podem ir desde simples capas para telemóveis a roupa, entre muitas outras coisas.

O que ter em atenção nas compras no Ebay?

Pegando no caso concreto do Ebay, é necessário compreender que embora os preços sejam na sua esmagadora maioria muito apetecíveis há produtos que valem mais a pena do que outros. Caír no engodo do low cost é fácil, pelo que há factores a ter em conta. Um dos factores a ter em conta é o vendedor.

O Ebay é como um género de mercado virtual gigante onde pessoas (vendedores) colocam os seus produtos para venda. Através dos negócios com dado vendedor as pessoas vão classificando-os numa escala de 0 a 100, pelo que este é um importante dado a ter em conta na hora da decisão de compra. Quanto mais próximo do 100 estiver um vendedor, mais expectável será obter um produto de qualidade.

Outro factor a ter em conta prende-se com características únicas de alguns produtos. Tomemos a roupa como exemplo. No Ebay se quisermos comprar uma camisola, a única informação que temos é uma fotografia, o tamanho e possivelmente os materiais. Não é possível aferir com razoável certeza que a camisola nos irá assentar bem. E voltando ao factor anterior, por melhores classificações que o vendedor tenha, roupa é sempre um produto em que é mais difícil garantir a qualidade dos materiais.

Então o que vale a pena comprar?

As melhores compras à partida serão coisas de “pouco valor” como capas para telemóvel, para tablet, pen”s para o tablet e todo o tipo de acessórios, por exemplo. O género de artigos que nem sempre encontramos com a variedade que desejávamos nas lojas físicas e quando encontramos é a preços que (muitas vezes) não correspondem ao valor que atribuímos ao produto.

É de facto nisto que o Ebay ganha: no cruzamento entre variedade e preço low cost. Com um pouco de pesquisa e sabendo o que queremos, podemos encontrar muitas alternativas a um preço low cost.

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A loja da esquina e o centro comercial. Diferenças

1 de Julho de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Hoje em dia o comércio feito em grandes centros comerciais passou a ser prática comum. Deixou de ser usual comprar o jornal na loja da esquina onde já se conhecem os funcionários ou de ir ao talho de bairro comprar a carne para o mês.

O chamado comércio tradicional foi de tal forma esmagado pelos grandes centros comerciais, que manter e ter sucesso numa loja de rua tradicional é quase impossível nos dias de hoje.

A verdade é que aliado ao distanciamento causado pelo grande comércio também se gerou um nicho para pequenos comerciantes que bem explorado pode levar a um grande sucesso.

A loja da esquina e o centro comercial

O comércio de centro comercial, chamado de grande comércio tem as suas vantagens é certo, mas também aumentou consideravelmente o distanciamento das pessoas no ato da compra, deixando de haver empatia entre vendedor e consumidor, onde se vendem para as massas e não existe uma preocupação de conhecer bem quem está à sua frente a comprar.

Vantagens do comércio feito em centro comercial:

  • Conseguimos encontrar tudo aquilo que precisamos no mesmo espaço, sem ter a necessidade de percorrer grandes distâncias para fazer as compras mensais de supermercado e comprar umas botas para o Inverno;
  • Como os produtos são adquiridos em grandes quantidades os preços tornaram-se mais competitivos e conseguimos preços mais baixos;
  • O horário do grande comércio é mais alargado, permitindo ao consumidor fazer as suas compras à noite ou ao fim-de-semana;
  • A novidade e inovação do comércio é feita com rapidez e é possível ter acesso às novidades rapidamente.

Desvantagens do comércio feito em centro comercial:

  • Não existe um contacto empático e pessoal com o vendedor. Para o grande comércio o consumidor passou a ser um número;
  • Existe distanciamento entre os donos do negócio e o consumidor. Muitas vezes desconhecemos de quem é a loja x, apenas sabemos o que vende;
  • É um tipo de comércio mecanizado, menos humano. Mais distante e frio;
  • Não se compra algo e se dá “dois dedos de conversa”, como acontece no comérciotradicional.

O comércio tradicional

comércioO comércio tradicional pode até não ter os preços mais baixos, mas tem algo que o grande comércio não garante: proximidade entre comerciante e consumidor.

Esta vertente pode até não ser muito importante para a maioria das pessoas, mas principalmente para as pessoas  idosas, esta proximidade é fundamental. Garantir que existe uma preocupação genuína pelo bem estar do cliente, onde se guardam as compras habituais e se sabe a história de vida de cada cliente faz uma grande diferença.

A oportunidade dos pequenos

 É importante ter em conta que atualmente, são cada vez mais pessoas a procurarem um comércio de proximidade onde não se sentem apenas como um número na hora de comprar.

Não é fácil ser pequeno a viver num mundo de gigantes, mas a verdade é que a criação de um comércio tradicional onde consiga aliar preços competitivos a uma politica de proximidade, é cada vez mais a chave do sucesso para o comérciotradicional. É importante não esquecer que as pessoas enquanto consumidores dão cada vez mais valor aos pormenores, mas que exigem também inovação nos serviços.

Não se esqueça também que existem entidades que o podem ajudar a melhorar a sua visão do mercado.

Pensar diferente e aproximar pessoas: O sucesso dos pequenos!

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Comprar: de palavra de ordem a heresia total

8 de Maio de 2019 by Miguel Costa Deixe um comentário

Comprar parece ter sido a palavra-chave da maioria dos portugueses nas últimas décadas. O país parece ter vivido décadas de pseudo-prosperidade alicerçadas na armadilha bancária do crédito fácil. Estes anos em que todos pensávamos poder comprar a nossa felicidade e a dos nossos amigos e familiares, na verdade estávamos a cavar aquela que seria a sua sepultura definitiva.

Da euforia do comprar até à condenação do consumo

comprarOs estímulos exteriores, os sinais e os apelos da euforia consumista levaram-nos a comprar e a hipotecar o nosso futuro e o dos nossos filhos.

Num frenesim imenso para alimentar o carrossel louco da banca e restantes instituições financeiras, fomos comprando, a pronto ou a prestações, endividando-nos até ao limite e…para além.

Para comprar não era preciso ter como, bastava querer. Tudo, em prol da alimentação do gigantesco monstro consumista instalado em Portugal e no mundo.

Importava comprar de tudo um pouco, mostrar que havia, que era possível, numa felicidade ilusória ao melhor estilo norte-americano.

A inversão do ciclo: uma praga tão grande quanto as calamidades do passado

A verdade é que, em cinco anos, tudo mudou. Do verbo «comprar», passou-se ao verbo «poupar» e a outros verbos menos simpáticos, como «perder», «vender», «hipotecar». A doméstica que comprava um «smartphone» de última geração em suaves prestações mensais caiu em si quando o marido perdeu o emprego. Os carros topo de gama começaram a ser devolvidos em catadupa, assim como as casas e tudo o restante.

Subitamente, nada era garantido, nem aquilo que pensávamos que duraria para sempre. E aqueles que tanta força fizeram para que conseguíssemos comprar e voltar a comprar eram agora os mesmos que nos condenavam e injuriavam por termos comprado de mais. «Viver acima das possibilidades», dizem agora. Eles, os mesmos que nos massacraram com compras e créditos, empréstimos e prestações.

Os mesmos que nos mandaram comprar são agora quem decide que comprámos demais

Deixámos de comprar, passámos a sobreviver, a pagar os mesmos créditos com muito menos dinheiro, alimentando os mesmos que agora nos criticam e que outrora nos incentivaram a comprar até não poder mais. Comprar deixou de ser a palavra de ordem e passou a ser quase uma heresia. O que hoje é verdade, amanhã podem bem ser mentira. Nunca uma frase se aplicou tão bem a uma conjuntura histórica como agora.

Não estamos em guerra, não há peste negra nem febre amarela, mas vivemos um flagelo tão ou mais grave do que essas pragas de outrora. Tudo porque comprar era a palavra de ordem a seguir até não mais ser possível. E tudo porque houve quem decidisse que já não devíamos mais comprar. Mas, o mundo continuar a girar e é necessário quem continue a comprar, se não aqui do outro lado do mundo. O que interessa é que o dinheiro gire!

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Produtos de higiene em viagem. Onde comprar?

24 de Março de 2019 by Diana Lopes Deixe um comentário

Vai de viagem e não sabe como fazer com os seus produtos de higiene? Sabe que os hotéis disponibilizam miniaturas de artigos de higiene, mas a verdade é que para a sua pele e para o seu cabelo estes não são os mais indicados e não lhe apetece ir para a reunião de trabalho com uma juba de leoa.

Produtos de higiene em viagem

produtos de higieneExistem duas questões associadas aos produtos de higiene em viagem: a primeira questão é que se viaja de avião existe um conjunto de regras de embalagens e quantidades que devem ser respeitadas, a segunda questão é que não é conveniente ocupar demasiado espaço na bagagem com inúmeros produtos de higiene com embalagens grandes e ao mesmo tempo, os produtos de higiene que são disponibilizados nos hotéis não são os melhores para si.

Opções para produtos de higiene

Pode optar por duas vias no que diz respeito aos produtos de higiene: Leva os que já usa ou compra novos.

Antes de mais, é importante que faça uma triagem dos produtos que irá levar. Não tem que levar todos, mas sim levar aqueles que são essenciais:

  • shampoo e condicionador de cabelo;
  • Gel de banho;
  • desodorizante;
  • pasta de dentes e escova;
  • creme hidratante de rosto e corpo;
  • Produtos desmaquilhantes de rosto.

Estes são alguns exemplos de produtos de higiene essenciais para quem vai de viagem.

Se pretende levar os que já usa, deverá adquirir embalagens transparentes e com a capacidade permitida nos aviões e encher com os seus produtos de higiene habituais. Caso pretenda comprar produtos novos, opte por miniaturas, comercializadas em algumas lojas de cosmética.

Cuidados a ter

Se a sua pele necessita de cuidados específicos, como por exemplo se for uma pele atópica, opte por levar os produtos de higiene que usa habitualmente em embalagens mais pequenas. Optar por comprar produtos novos, neste caso não é uma boa opção.

Se é habitual se maquilhar, pode optar por levar toalhitas desmaquilhantes que são mais práticas e pode até serem transportadas na sua mala. Em vez de ter de levar leite desmaquilhante e tônico, leva apenas um produto, mais espaço na mala e menos uma coisa com que se preocupar.

Opte por levar os produtos em embalagens transparentes e guardados também numa bolsa transparente para ser mais fácil identificá-los. Mas não se esqueça de colocar etiquetas com o nome dos produtos de forma a não trocar o creme de corpo pelo de rosto.

Mas já não tenho espaço na mala…

Caso conheça bem o seu destino e já não tem espaço na mala para os produtos de higiene, pode optar ainda por uma terceira alternativa caso tenha tempo livre: comprar os seus produtos de higiene no destino.

Ao chegar, desloque-se a um supermercado ou perfumaria e adquira os seus produtos habituais ou experimente produtos novos que não sejam comercializados no seu pais. É uma boa forma de conhecer novos produtos e se não gostar deles pode sempre deixá-los antes de regressar.

Em viagem: Bons produtos, embalagens pequenas!

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